XXVI Domingo do Tempo Comum

30 de setembro de 2018

 

Admonição inicial

A mensagem central, da liturgia de hoje, é de que os crentes não podem ter o exclusivo da bondade e da verdade!

Todas as formas de bem, que possamos realizar, provêm do Espírito de Deus que sopra onde quer, e age nos homens de boa vontade, não podendo, por isso, ser acorrentado dentro das estruturas da Igreja. Sabemos que há ateus generosos e sensíveis, que repartem com largueza os seus haveres; e que são benévolos, compassivos e indulgentes com os que vacilam e com os que erram!

Repelir ou enganar os mais fracos e indefesos, no Evangelho, equivale a escandalizar os pequenos, que são sempre os mais amados de Deus. Por isso, Jesus confia a sua fragilidade à nossa solicitude fraterna.

Na 2ª leitura, S. Tiago adverte-nos fortemente para não acumularmos, com usura e avidez, privando do salário os próprios trabalhadores!